Taratatatatata…tatatata

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Admiro pessoas que têm a capacidade de se rirem delas próprias. Assim são o André e a Inês.
Partilham uma cumplicidade incrível, basta um olhar que o outro já sabe o que fazer.
No dia do casamento, estavam ambos muito seguros de si. À medida que a temperatura ia aquecendo também os nervos começaram a aumentar. Deparando-se com a Inês, o André não se conteve. Muitas foram as as lágrimas de alegria que lhe escorreram pelo rosto.
Após a cerimónia, quase que se dava um acidente. Tamanha foi a chuva de pétalas e arroz, que o noivo até se engasgou.
Seguiram-se os beijinhos e os abraços apertados, desejando-lhes a maior felicidade do mundo.
Daqui para frente foi festa rija. Muito dançou esta gente. Não foi até ao nascer do Sol, mas quase.

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